22 outubro 2014

25th Amadora BD: Exhibit and Autographs / Exposição e Autógrafos [Updated/Actualizado]


Amadora BD’s festival starts in two days, with its opening ceremony and exhibits guided tours. But it’s in the weekend that the show picks up speed, with its full agenda and parallel activities in full throttle, plus with attendance of the invited comics authors.
Aside from having works displayed in the main exhibit, that translates to “Galaxy XXI: Sequential Art’s Future begins Now,” curated by Luís Salvado and Sara Figueiredo Costa, I will also be at the autographs session from 15pm-17pm; drop in, if you’d like. Copies of X vol.3 – Siege TPB (Dark Horse Comics) and The Infante Portugal and the Mutant Shadows (Apenas Livros), in which I collaborated, will be available for purchase at Polvo publisher’s stand.

O festival Amadora BD começa em dois dias, com a cerimónia de abertura e visita guiada. Mas é no fim-de-semana que o evento ganha engrenagem, com toda a programação e actividades paralelas em rotação, mais a presença dos autores convidados.
Além de expor na mostra central "Galáxia XXI: O Futuro da Banda Desenhada é Agora," comissariada por Luís Salvado e Sara Figueiredo Costa, vou estar na sessão de autógrafos das 15h–17h; quem quiser aparecer, está convidado. Haverá cópias dos livros X vol.3 – Siege TPB (Dark Horse Comics) e O Infante Portugal e As Sombras Mutantes (Apenas Livros), nos quais colaborei, à venda no stand da editora Polvo.


[Update | Actualização]
Some colleagues asked if I had – and if not, why hadn’t I – submitted to PNBDs my work at Dark Horse Comics, for their Foreign Language Books by Portuguese Authors category? Given this has become an controversy issue in our comics’ community, let me address it: Simply, I don’t enjoy entering contests or prizes. I think it’s great for other artists to do it – but count me out. I’ve always felt this way and never been at ease in being scrutinized for appraisal purposes.
There was a time, when I was starting out, that I knew it was necessary, to get my work known (its why I entered and won the 9ª Art+Arte Nove/Crash’ Lupus contest, and got 3rd place & critic’s choice award for Revelation Artist in BDmania/NGT’ Coelho Coelho contest, aside others), and I will do so when it implies works by fellow artists, that may not be likeminded regarding this topic and therefore shouldn’t miss out on having their works considered (as I did concerning All-Girlz editions, which, after many nominations, won as Best Fanzine and Best Short-Story at IX Central Comics Trophies), but outside of these instances, I don’t usually go for that type of competition; a work should speak for itself and, if good, its sales or reviews are “acknowledgment” enough.

That said, I only had eligible the issue I did for DHC’s X series, and although its TPB was announced & released in time for PNBDs’, it wouldn’t be right to submit a work were I participated so briefly, especially since there’s full books by Portuguese authors out there, more deserving of those considerations.

Alguns colegas perguntaram se tinha – e se não, porquê – submetido ao PNBD o que fiz na Dark Horse Comics, na categoria Melhor Álbum Estrangeiro por Autor Português? Dado isto ter-se tornado um tópico quente na comunidade, vou aqui abordá-lo: Simplesmente, não gosto entrar em concursos e prémios. Acho óptimo que outros autores o façam – mas não contem comigo. Sempre tive esta postura e nunca senti à-vontade em ser escrutinando para efeitos de consagração. Houve uma fase, quando estava a entrar no sector, em que sabia ser uma necessidade, para dar a conhecer o meu trabalho (razão porque entrei e ganhei o concurso Lupus, da 9ª Art+Arte Nove/Crash, e obtive o 3º lugar e prémio Artista Revelação pela crítica especializada, no concurso Coelho Coelho, da BDmania/NGT, entre outros), e fá-lo-ei quando tal implicar trabalhos de colegas, que podem não ter a mesma posição e não devem, por causa disso, perder oportunidade de ver as suas obras nomeadas/premiadas (como fiz com os fanzines All-Girlz, que após várias nomeações ganharam como Melhor Fanzine e Melhor Obra Curta no IX Troféus Central Comics), mas fora estas instâncias, não me costumo prestar a estes concursos; uma obra deve falar por si só e, se for boa, as vendas e críticas serão “reconhecimento” suficiente.
Dito isto, só teria elegível a revista feita para a série X, da DHC, e apesar deste volume compilado ter sido anunciado e editado dentro dos prazos considerados nos PNBDs, não seria correcto submeter um livro onde só participo brevemente. Em especial, quando há livros inteiros assinados por outros talentos nacionais, melhor adequados a essa nomeação.

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