30 julho 2013

Leituras via Audiobooks | Readings via Audiobooks

Como qualquer criativo, sempre que posso gosto de ler livros e BD ou ver filmes, sejam de afinidade à área ou doutros géneros; há que manter a inspiração acesa e tal passa em parte por refrescar as influências e expormo-nos a coisas novas. Mas há um problema que se abate aos profissionais – a falta de tempo. Após anos (anos!) com um constante passivo superior a cem álbuns de BD por ler (alguns comprados por impulso, outros para acompanhar autores), apraz-me ter delapidado – a custo – quase 1/4 desses, assim como me tornei mais selecto nos filmes ou séries que vejo… “No rest for the wicked,” como se diz;)
Like any creative person, whenever I can I like to read books and comics or watch movies, be it with affinity to my field or other genres; we have to keep inspiration going on and in part that means refreshing the influences or expose ourselves to new things. But there’s a problem affecting professionals – the lack of time. After years (years!) of a constant wait list in excess of one hundred comic volumes/TPBs to read (some bought on impulse, others to follow authors), I am pleased to have shortned – at great cost – nearly 1/4 of those, as I grew selective towards movies or series I saw... "No rest for the wicked," as they say;)

Por isso, partilho uma feliz alternativa que me foi sugerida por um colega e complementada por outro, para melhor enfrentar as longas horas/noitadas/directas de trabalho: Audiobooks! Ou documentários online. Desta forma, não só podemos saciar a sede de ficção, ouvindo obras que sempre quisemos (mas não temos tempo de) ler, como documentarmo-nos sobre temas do nosso interesse. Podemos até ver algum tutorial relativo a trabalho (se conseguirmos manter a atenção no assunto enquanto vamos trabalhando). E torna-se realmente mais fácil encarar dias e noites solitárias se o fizermos na companhia de uma série de livros, de autores de culto ou documentários temáticos.
Talvez não seja grande novidade para muitos de vocês ou não seja viável para outros, mas fica a recomendação.
So, I’m sharing a great alternative that was suggested by a colleague and complemented by another, to better face the long hours/evenings/through-the-night work: Audiobooks! Or online documentaries. This way, not only can we quench the thirst for fiction, listening to works that we always wanted (but didn’t have time to) read, or documenting ourselves on interesting topics. We can even catch up on some important work related tutorial (if we can juggle paying attention to the subject and to the drawingboard). And it's really easier to face days and lonely nights if we do it in the company of a number of books, authors or themed documentaries.
Perhaps this isn’t news for most of you, or its not feasible for others, but here’s the tip.


Em jeito de exemplo, recomendo umas “leituras” recentes, de diferentes géneros: Em 1º lugar, se são fãs de ficção distópica, talvez gostem de The Long Walk, uma das primeiras obras de Stephen King (escritas sob o heterónimo Richard Bachman), de 1979, que foca uma prova de resistência em que jovens têm de atravessar um Estado até que só um reste, sem qualquer pausa e tendo de manter uma velocidade de passada nos 6km/h ou, após três avisos, são sumariamente executados para gaudio da audiência nacional; em 2º, fui agradavelmente surpreendido por The Last Days of Krypton, de Kevin J. Anderson, de 2007, que narra a conjuntura social e nuances de revolução que, associadas a instabilidades geológicas, estiveram por trás da destruição do planeta-natal de Super-Homem, tendo como protagonistas os pais Jor-El e Lara; em 3º, um clássico cada vez mais pertinente na crise que o mundo enfrenta – Atlas Shrugged, a obra-prima de Ayn Rand, de 1957 – um retracto futuro da dizimação da sociedade humana e da esperança na evolução desta, pelas mãos de governantes corruptos e empresários parasíticos, que forçam ao desaparecimento súbito dos “motores do mundo,” narrado em partes iguais de thriller, romance e manifesto social.


As an example, I commend these recent "readings," of different genres: In 1st place, if you’re fans of dystopian fiction, perhaps you’ll enjoy The Long Walk, one of Stephen King’s first works (written under the pseudonym Richard Bachman), from 1979, which focuses on a cross state endurance walk that young people have to accomplish until only one remains, without any break and having to maintain a constant speed of 4mph or else, after three warnings, they are summarily executed for the national audience entertainment; 2nd, I was pleasantly surprised by The Last Days of Krypton, by Kevin J. Anderson in 2007, which tells the social disposition and revolution nuances that, associated with geological instabilities, were behind the destruction of Superman’s home-planet, having his parents Jor-El and Lara as protagonists; 3rd, one classic and increasingly relevant book in our current world crisis – Atlas Shrugged, the masterpiece of Ayn Rand, from 1957 - A future depiction of human society’s decimation and it’s hope in progress, by the hands of corrupt goverment and parasitic businessmen, which forced the sudden disappearance of the "motors of the world," narrated as equal parts thriller, romance and social manifesto.


Dito isto, espero que façam boas “leituras” …e trabalhos, agora que vão ter as mãos & olhos livres!;)
That said, I wish you great "reads" ... and works, since you'll be having your hands & eyes freed up!;)

28 julho 2013

IX FIBDB | IX Beja’s Internacional Comics Festival




Embora tenha encerrado portas há 6 semanas, não posso deixar de relatar a (acidentada) ida ao Festival BD de Beja deste ano, coisa que foi minada por compromissos profissionais, pelo que só lá pude me deslocar no penultíssimo dia e desnorteado por não ter o sono em dia... Devido aos horarios limitados no fim-de-semana, acabei por não ver umas expos que me interessava, dispersas pela cidade – como a do José Ruy, João Amaral e colectiva Heróis de BD no séc.XXI – mas pude apreciar o núcleo central, como sempre situado na Casa da Cultura de Beja, sede da Bedeteca da cidade.
Although it closed doors six weeks ago, I must address my (eventful) trip to this year’s Beja Comic-Con, something that was undermined by work commitments, reason why I could only get there in final days and somewhat disoriented by not having slept much... Due to limited schedule on weekends, I ended up not seeing some of the exhibits that interested me, which were scattered around the city – such as the one by José Ruy, João Amaral and the collective Comics Heroes in 21st century – but I managed to appreciate the core event, as always situated at Beja’s Culture House, headquarters of the city’s Comics Library.





Em jeito de apreciação geral e sucinta: Entre o prazer de reencontrar autores maduros como Mezieres e González, gostei das expos do André Araújo e Joana Afonso, e do (conterrâneo) David Campos. Mas achei algo desinteressantes as mostras de Stan Lee, Ilan Manouach, e dos nomeados nos PPBD (que achei redundante dado o principal vencedor já estar bem destacado no 1º piso e que, de resto, foi feita de impressões; teria sido preferivel dar lugar a uma das três exposições que frisei acima).
As a brief and general appreciation: Beyond the pleasure of viewing seasoned authors such as Mezieres and Gonzalez, I liked the exhibits bu André Araújo, Joana Afonso, and (countryman) David Campos. But found a bit uninteresting the ones by Stan Lee, Ilan Manouach, and the PPBD nominees (it was redundant given that the winner was already showcased on the 1st floor and, moreover, it was made ​​with just prints; I’d have preferred that it gave way to one of 3 exhibits I mentioned above).






Da minha parte, a única presença acabou por passar pela venda na área comercial dos fanzines pela Arga Warga e também o livro O Infante Portugal e as Sombras Mutantes, por José de Matos-Cruz e Apenas Livros.
From my part, the only presence I had in the event was making available in the comercial stands the titles by Arga Warga and also the book O Infante Portugal and the Mutant Shadows, by José de Matos-Cruz and Apenas Books.




Aproveito para dar parabéns aos responsáveis pelo FIBDB e colaboradores regulares do evento e edições cativas, pelo prémio que o Venham +5 venceu mais tarde no Troféus Central Comics: Heróis da Década, como Melhor Publicação Independente 2001-2012. É um prémio merecido, sem dúvida, sendo este fanzine um caso raro de reunião dos melhores autores nacionais e vizinhos, assim como local de surgimento de novos valores portugueses, e por reflectir editorialmente as posturas do FIBDB.
I’d like to take this opportunity to congratulate those responsible for the FIBDB and regular collaborators, for the prize that the Venham +5 comics’ fanzine won at Central Comics Awards: Heroes of the Decade event, as the Best Independent Publication 2001-2012. It is a deserved honor, without a doubt, as it manages a rare meeting of top national and neighboring authors, and also having introduced many Portuguese new values in the field​, plus editorially reflecting the FIBDB’s policies.




A ilustração do poster é da autoria de Paulo Monteiro. The poster illustration was done by Paulo Monteiro.

Links:

16 julho 2013

Troféus Central Comics: Heróis da Década

...E finalizando a temporada do TCC, revelo os vencedores deste prémio extra – que foi o meu último input nestes eventos – que visa celebrar todos os passados vencedores em dez anos de troféus, como que passando em revista o que de melhor se publicou e premiou (pelo excrutinio do público leitor) pelo CentralComics.com, simultaneamente documentando dez anos do mercado de BD português.

A votação decorreu de 21 Dezembro 2012 a 31 de Março 2013 e incluiu os eleitos no I TCC/2001 (de início indicava-se o ano a que os nomeados correspondiam, ao invés do ano em que o troféu era realizado, em 2002) ao X TCC/2012; não esquecer que houve um ano de intervalo, em que não realizaram o evento.
Saliento ainda que o Hugo Jesus, apesar de constar na lista de Melhor Argumentista, não integrou a votação devido ao novo regulamento do TCC, por integrar o grupo de jurados.

Aqui fica o link para as estatísticas completas e doc. de imprensa da organização:

A obra nacional comercialmente mais bem-sucedida dos últimos anos, várias vezes distinguida por cá e rapidamente difundida lá fora – As Incríveis Aventuras de Dog Mendonça & PizzaBoy vol.1, de Filipe Melo e Juan Cava, lançada em 2010 pela Tinta-da-China, foi eleita como Melhor Publicação Nacional da Década.
Criados pelo realizador/músico Filipe Melo e produtora Pato Profissional, a dupla Dog Mendonça e PizzaBoy atacou o mercado em força e alcançou as margens americanas, onde integra a Dark Horse Comics, numa inédita transição de obra portuguesa para aquela indústria. Concebida como aventura hollywoodesca, com acenos ao Horror e humor à mistura, a B.D. cativou o público, como comprova as sucessivas reedições e, agora, este novo prémio.

Pela Devir Edições chega a obra indicada para Melhor Publicação Estrangeira da Década; trata-se da multi-premiada e seminal origem do Homem-Morcego, narrada por Frank Miller e David Mazzucchelli – Batman: Ano Um. O volume em causa foi editado em 2001, durante os esforços iniciais da Devir em passar dos quiosques para escaparates de livrarias, pelo que é, curiosamente, a primeira edição de material estrangeiro premiado pelo TCC, agora aclamada pela importância que teve em validar a existência de super-heróis nos espaços antes mais dedicado às publicações francófonas.

Chegado à comunidade em 2005, o fanzine Venham +5, da Bedeteca de Beja, coordenado pelo director Paulo Monteiro, é dos vencedores mais frequentes no TCC e recebe o troféu de Melhor Publicação Independente da Década por ser a mais conseguida antologia de B.D. em memória recente. Embora haja outros merecedores, nenhum candidato iguala o Venham +5 em distinções, qualidade de edição e optação de conteúdo, ou mesmo em projecção, realizando tiragens de volume e com distribuição que abrange a maioria do país (e arredores).
Nas eclécticas páginas desta antologia já passaram centenas de autores, tanto nacionais como doutros cantos do mundo, e continuam a ser ali apresentados ilustres desconhecidos que vêem a reforçar as trincheiras portuguesas da B.D. Salienta-se ainda o feito, inédito até à data, de ter realizado a mais extensa edição colectiva da história de B.D. nacional: o vol.5 (2007), que totalizou 225 páginas!

Outro nome incontornável da nossa B.D. (hoje em dia aposentado dos quadradinhos), o troféu Melhor Argumentista Nacional da Década foi entregue a José Carlos Fernandes, pelo extraordinário trabalho feito na série A Pior Banda do Mundo, decorrida entre 2001 e 2009.
O autor, que começou tarde nas lides da arte sequencial, editando fanzines e pequenos livros, depressa granjeou reconhecimento na área e escalou os pícaros do mercado até à sua consagração, comercial e crítica, aquando da estreia desta colecção pela Devir Edições, sob aposta por José de Freitas. Trata-se de um prémio merecido, pelo percurso pessoal do autor e pela marca indelével que deixou na passada década como um dos nossos embaixadores, tendo transposto as suas criações para mercados europeus.

Por último, outro nome sinónimo de orgulho lusitano, o ilustrador Filipe Andrade foi distinguido como Melhor Artista da Década, tendo-se se popularizado em anos recentes por uma afortunada entrada na indústria de comics e trabalho na editora Marvel. Em Portugal, o Filipe afirmou-se via a série de aventura BRK, escrita por Filipe Pina, inicialmente seriada no BDjornal mas depois compilada e concluída pela Asa Edições, cuja edição foi distinguida no TCC em 2010.
Embora a conclusão da série tarde, o Filipe continua a desenvolver bons trabalhos de fulgor autoral e do agrado dos gostos mainstream no mercado americano, encabeçando a onda de artistas nacionais que para ali transitam, demonstrando aptidão também na digitalart.

Este é um caso em que se pode de facto dizer que todos são vencedores, pelo que o Central Comics dá parabéns aos autores e editores que ao longo destes dez anos contribuíram e elevaram a comunidade de B.D. portuguesa e respectivo mercado. Que os próximos dez anos sejam tanto ou ainda mais inspirados, repletos de obras com êxito, que os leitores e fãs possam apoiar e apreciar.



Nota pessoal: Fico feliz pelo resultado final, pois embora seja sempre injusto certos autores e obras ficarem “sem cadeira”, penso que os distinguidos são vencedores devidos – desde já, parabéns aos eleitos e nomeados!:)

Fico também satisfeito por ter acabado numa posição nada desconfortável, em 3º lugar como Melhor Artista da Década (2001-2012) e 3º da lista Melhor Publicação Independente da Década (2001-2012), com a série All-Girlz. Quem me conhece sabe que dou pouca importância a prémios, ainda para mais se sentir que podia ter feito mais ou melhor para os merecer (como é o caso), mas é bom sentir apoio no nossos esforços. Obrigado a quem votou em mim e no All-Girlz, e parabéns às colaboradoras deste projecto.



15 julho 2013

XI Troféus Central Comics - Os Vencedores

Com o encerramento do Central Comics Con, foram também revelados os resultados do XI TCC, ao qual tinha aludido antes aqui, junto com breves pareceres pessoais. Felizmente, consta que a sala esteve cheia e que a maioria dos vencedores se fez deslocar ao evento para participar na festa e receber o prémio, assim como compareceram imensos outros nomeados.

Ainda sem fotos do encontro, transponho parte do doc. de imprensa com os resultados, sendo que a estatistica completa vai estar disponível no próprio portal:

Os grandes vencedores do 11TCC foram o autor Rui Lacas e editor Rui Brito, com a editora Polvo a arrecadar 4 dos prémios principais, para Melhor Publicação Nacional e Estrangeira, caracterizadas por obras de teor intimista, e os troféus de Melhor Arte e Argumento, num hat-trick que sinaliza o claro apreço pelos leitores, só observado antes com obras de José Carlos Fernandes (A Pior Banda do Mundo, vencedor de 10 TCCs) e o Filipe Melo/Juan Cava (Dog Mendonça & PizzaBoy, vencedor de 4 TCCs).

Sem demoras, venceram o 11TCC as seguintes obras e autores: em TCCN, venceu o álbum “de autor” Hän Solo (Polvo), de Rui Lacas. A Polvo destaca-se de novo com o prémio TCCE para Três Sombras, de Cyrill Pedrosa, enquanto o TCCH foi atribuído a outra obra franco-belga, Pequenos Prazeres 1 (Contraponto) de Arthur de Pins. Ainda um 3º prémio para obra estrangeira, a categoria TCCC elegeu o livro Wolverine: Arma X (Levoir), de Chris Claremont e Barry Windsor-Smith, integrado na colecção Heróis Marvel – Série II.
Voltando à produção nacional, no TCCT venceu o artbook Amor, de Pepedelrey (El Pep Livros), e em TCCO a curta O Desenho e Eu, de Jorge Coelho, numa BD editada na antologia Zona Desenha (Assc. Tentáculo), um projecto documental inserido na Trienal Desenha ’12 e também vencedor do TCCI.
Por fim, em ambas categorias autorais, TCC-Artista e TCC-Argumentista, e acompanhando a tendência da Melhor Publicação Nacional, sagrou-se igualmente como laureado o autor Rui Lacas, no livro Hän Solo (Polvo). Este é o 4º prémio do Rui no TCC.

*Aproveito para traduzir as siglas do prémio: TCCN – Melhor Publicação Nacional; TCCE - Melhor Publicação Estrangeira; TCCC - Melhor Publicação Clássica; TCCH - Melhor Publicação de Humor; TCCT - Melhor Publicação Técnica; TCCO – Melhor Obra Curta; TCCArt – Melhor Artista (nacional); TCCArg – Melhor Argumentista (nacional).

Volto a referir que a ilustração do poster deste ano foi assinada pela Carla Rodrigues, com design de Hugo Jesus.

13 julho 2013

Central Comics Con

Esta notícia já vem tarde, mas só hoje me libertei de compromissos; Está a acabar o 1º dia do novo evento de BD, Central Comics Con, organizado pelo Hugo Jesus, escritor/legendador e responsável pelo Central Comics, e que volta a levar a cultura geek ao Porto, nas mais variadas vertentes, como seja BD, ilustração, Cosplay, animação, Tv, videojogos, além de promover concursos de arte e dança, actividades, exposições, workshops e palestras. Terá lá também lugar  a entrega dos prémios do XI Troféus Central Comics e anúncio dos vencedores da iniciativa Troféus Central Comics: Heróis da Década.

Outros pontos altos do CCC são a eliminatória do Euro-Cosplay e encontro com os convidados Nuno Markl (O Homem que Mordeu o Cão), João Loy (DragonBall Z), Fábio Powers (Pokemón Fan Films), e os autores André Araújo (Avengers A.I.), Jorge Coelho (Venom) e Rui Lacas (Hän Solo e Asteroid Fighters). Estão igualmente presentes artistas como a Carla Rodrigues, Filipe Abranches, Manuel Morgado, Marco Mendes, Paulo Monteiro e Pepedelrey, bem como o historiador/blogger Geraldes Lino.

Da programação – que é facilmente a mais inovadora e completa do nosso panorama este ano – saliento estas actividades: BD Encenada, onde os participantes narram, no palco e in loco, os diálogos dos personagens, sendo a BD apresentada em tela, em estilo dinâmico; o documentário Comic-Com Episode IV:A Fan’s Hope, do realizador Morgan Spurlock  (Super-size Me), apresentado por Stan Lee e Joss Whedon, que mostrará à audiência a energia da maior convecção americana; o projecto Collider, com exibição de prequelas, motion-comics etc; o concurso O Geek mais Fraco, cujo nome diz tudo e vai ser decerto divertido; e Mural de Arte, uma ideia simples, mas interactiva e fantástica para marcar a passagem do público e autores no CCC.

Como extra, a organização e Warner Bros promovem o sorteio de merchadise e bilhetes para as antestreias dos filmes O Wolverine e Batalha do Pacífico, e vai oferecer 420 revistas de BD da Disney, numa parceria com a editora Goody.

Em suma, se gostas de uma ou mais destas áreas, visita o evento no dia 13-14 de Julho, no Hard Club (ex-Mercado da Ribeira). Toda a informação está disponível no site respectivo: www.con.centralcomics.com


(A seguir darei nota dos resultados na cerimónia de entrega dos prémios 11TCC e TCC:HD)

Nota: A autoria do poster é do ilustrador Manuel Morgado, com design/copy de Hugo Jesus.