My
2025’ book, Cadáver Esquisito!, has been reviewed by website BandasDesenhadas. Here’s an excerpt, below:
Flávio
Almeida,
on BandasDesenhadas:
:“Cadáver
Esquisito! is
a monumental work that compiles the largest collective comics’
project ever undertaken in Portugal. [...] The work is based on the
cadavre exquis system, where each author continues the narrative from
the last panel left by the previous one, without a predefined plan.
Due to the method, the story is a succession of unpredictable twists,
exploring automatism and absurd humor. The strongest point is the
collage of styles; each page or segment offers a distinct visual
identity, reflecting the plurality of talents in [portuguese]
comics of that decade.
The
[book]
compilation transforms an ephemeral digital project into a historical
document of Portuguese collective creativity. Under the direction of
Daniel Maia (author and publisher),
the project manages to maintain a bizarre fluidity, despite the
dozens of hands involved. It is not a conventional
beginning-middle-end comic, but a visual and narrative experience
that defies traditional logic.”
O
meu livro de 2025, Cadáver Esquisito!, foi analisado pelo site
BandasDesenhadas. Aqui está um excerto:
Flávio
Almeida,
em
BandasDesenhadas:
:“Cadáver
Esquisito! é
uma obra monumental que compila o maior projeto de banda desenhada
coletiva alguma vez realizado em Portugal. […]
A
obra baseia-se no sistema de cadavre exquis, onde cada autor continua
a narrativa a partir da última vinheta deixada pelo anterior, sem um
plano prévio definido. Devido ao método, a história é uma
sucessão de reviravoltas imprevisíveis, explorando o automatismo e
o humor absurdo. O ponto mais forte é a colagem de estilos; cada
página ou segmento oferece uma identidade visual distinta,
refletindo a pluralidade de talentos da BD nacional daquela década.
A
compilação física transforma um projeto digital efémero num
documento histórico da criatividade coletiva portuguesa. Sob a
direção de Daniel Maia (autor e editor), o projeto consegue manter
uma fluidez bizarra, apesar das dezenas de mãos envolvidas. Não é
uma BD convencional de início-meio-fim, mas sim uma experiência
visual e narrativa que desafia a lógica tradicional.”



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