10 março 2026

Cadáver Esquisito! – Review II / Crítica II

My 2025’ book, Cadáver Esquisito!, has been reviewed by website BandasDesenhadas. Here’s an excerpt, below:

Flávio Almeida
, on BandasDesenhadas:
:Cadáver Esquisito! is a monumental work that compiles the largest collective comics’ project ever undertaken in Portugal. [...] The work is based on the cadavre exquis system, where each author continues the narrative from the last panel left by the previous one, without a predefined plan. Due to the method, the story is a succession of unpredictable twists, exploring automatism and absurd humor. The strongest point is the collage of styles; each page or segment offers a distinct visual identity, reflecting the plurality of talents in [portuguese] comics of that decade.
The
[book] compilation transforms an ephemeral digital project into a historical document of Portuguese collective creativity. Under the direction of Daniel Maia (author and publisher), the project manages to maintain a bizarre fluidity, despite the dozens of hands involved. It is not a conventional beginning-middle-end comic, but a visual and narrative experience that defies traditional logic.”


O meu livro de 2025, Cadáver Esquisito!, foi analisado pelo site BandasDesenhadas. Aqui está um excerto:

Flávio Almeida
, em BandasDesenhadas:
:Cadáver Esquisito! é uma obra monumental que compila o maior projeto de banda desenhada coletiva alguma vez realizado em Portugal. […] A obra baseia-se no sistema de cadavre exquis, onde cada autor continua a narrativa a partir da última vinheta deixada pelo anterior, sem um plano prévio definido. Devido ao método, a história é uma sucessão de reviravoltas imprevisíveis, explorando o automatismo e o humor absurdo. O ponto mais forte é a colagem de estilos; cada página ou segmento oferece uma identidade visual distinta, refletindo a pluralidade de talentos da BD nacional daquela década.
A compilação física transforma um projeto digital efémero num documento histórico da criatividade coletiva portuguesa. Sob a direção de Daniel Maia (autor e editor), o projeto consegue manter uma fluidez bizarra, apesar das dezenas de mãos envolvidas. Não é uma BD convencional de início-meio-fim, mas sim uma experiência visual e narrativa que desafia a lógica tradicional.”

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